sábado, 14 de julho de 2012

Nova geração de vozes femininas marca edição de 2012 do MANTA
MANTA regressa ao jardim do Centro Cultural Vila Flor
a 26 e 27 de julho com Russian Red e Nite Jewel
Em ano de Capital Europeia da Cultura, o MANTA acontece em versão mais concentrada e já no fecho do mês de julho. É nos dias 26 e 27 de julho que serápossível viver a experiência anual e gratuita do encontro com a cultura nos jardins do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. Uma forma livre de cruzar públicos, fazendo-os convergir de forma singular para a formação de uma identidade que caracteriza aquilo a que chamamos comunidade urbana.
O ADN da programação reflete uma aposta nos valores locais e nacionais, com a necessária interseção de propostas internacionais de valor. Garante-se assim a oportunidade para o desenvolvimento local, não esquecendo ao mesmo tempo a importância de trazer a Guimarães asdiferentes artes e talentos que o mundo oferece, sempre na perspetiva de que estas, uma vez assimiladas, darão lugar a novas linguagens, criadas num contexto de cidade contemporânea em que nos inserimos.
À semelhança do ano passado, o MANTA propõe dois momentos que traduzem, na essência, o eixo local vs internacional. O primeiro ocorre em pleno centro histórico da cidade, preenchendo os finais de tarde na Praça de Santiago (às 19h00) com as propostas para audição da música de Gobi Bear (artista vimaranense) e Azevedo Silva (que se desloca do Porto). Serão atuações assentes na arte de escrever canções. Uma prática tão local quanto universal.
As presenças internacionais estão guardadas, como sempre, para as atuações noturnas no jardim do Centro Cultural Vila Flor. Um local que se transforma no centro do mundo, a partir da entrega generosa dos artistas em palco e da sua calorosa relação com o público. Essa proximidade em habitat natural faz do Manta um acontecimento cultural muito particular e, sem dúvida, inesquecível.
Na edição de 2012, marcada pela nova geração de vozes femininas, o jardim do CCVF recebe na quinta-feira (26 de julho) aquela que é reconhecida como uma das mais talentosas artistas espanholas: Russian Red. Alguém já familiar do público português devido à passagem por alguns festivais nacionais, e que encontrará no MANTA o cenário ideal para a sua irresistível música que se situa algures entre Aimee Mann e Mazzy Star. Esta primeira atuação no jardim do Centro Cultural Vila Flor tem início marcado para as 23h00. No dia seguinte (27 de julho), outra voz de grande destaque no panorama internacional da pop: Nite Jewel. A artista californiana tem sido por vezes comparada ao brilhantismo vocal apresentado pela cantora canadiana Feist. O concerto da Nite Jewel está marcado para as 24h00.
É desta forma que o Manta regressa ao jardim do Centro Cultural Vila Flor, estendendo-se mais uma vez à cidade, mais concretamente ao centro histórico, e garantindo momentos de fruição musical gratuita que convidam todos a integrar este ambiente especial.
Russian Red
Russian Red (Lourdes Hernández) é atualmente um dos nomes mais sonantes da cena musical espanhola. Estreou-se em pequenos clubes em Madrid, avançando rapidamente para os teatros e palcos do mundo inteiro. O seu primeiro álbum, “I Love Your Glasses” (2008), vendeu mais de 40 mil cópias, atingindo assim a marca do disco de ouro. Tocou na Colômbia, Venezuela, Argentina, Estados Unidos da América, México, Costa Rica, Bélgica, China e Coreia do Sul, entre outros países, e integrou os cartazes de alguns dos mais importantes festivais espanhóis e europeus (FIB, Primavera Sound, Jazzaldia, Eurosonic). Em Portugal, Russian Red estreou-se em 2009, no Festival para Gente Sentada. Este ano (no passado mês de março), fez parte do cartaz do Vodafone Mexefest, no Porto.
Depois do enorme sucesso do disco de estreia, o segundo álbum da madrilena era aguardado com expetativa. Russian Red não defraudou o público e conquistou a crítica. Lançado em maio do ano passado,“Fuerteventura” foi considerado um dos melhores discos de 2011 pela Rolling Stone espanhola e pela Radio 3 (rádio pública nacional espanhola). Gravado em Glasgow e masterizado em Nova Iorque, conta com a colaboração dos músicos da banda escocesa Belle&Sebastian, e abre uma nova janela na música de Russian Red. Melancólico e efervescente, luminoso e enigmático, “Fuerteventura” confirma Lourdes Hernández enquanto compositora e intérprete. Para ouvir, com atenção, na primeira noite do MANTA.
Nite Jewel
Ramona Gonzalez, também conhecida como Nite Jewel, faz parte da cena musical criativa de Los Angeles que deu origem a fenómenos como Ariel Pink, Geneva Jacuzzi, Julia Holter, entre outros. Depois do disco de estreia “Good Evening” (2008) e de uns quantos EP’s, Nite Jewel lançou, no passado mês de março, o segundo álbum de originais, “One Second of Love”, com selo da Secretly Canadian, um disco recheado de temas com tonalidades synth-pop, R&B, soul e funk dos anos 80. Marcado por uma produção cristalina, se tivermos em conta a produção mais caseira e a sonoridade lo-fi dos seus primeiros trabalhos, “One Second of Love” revela uma maior maturidade e sofisticação e permite que os dons vocais de Ramona Gonzalez ganhem maior destaque. A autenticidade artística de Nite Jewel e a sua capacidade para escrever canções pop colocam-na na linha da frente das novas figuras universais da música contemporânea. Talvez por isso não seja de estranhar que a comparem a Feist ou por vezes até a cantoras de uma realidade maior como Sade. Este elogio resulta da enorme progressão atingida no seu último álbum de originais (“One Second of Love”) e que a confirmam como uma songwriter singular com apetência para composições bastantes melódicas.
Depois de acompanhar, em tour, bandas como os Deerhunter ou Little Dragon, Nite Jewel apresenta-se agora, ao vivo, com a sua banda ocupando o papel central do cartaz do MANTA deste ano, momento pelo qual se espera com bastante entusiasmo.
Imagens referentes a estes espetáculos podem ser descarregadas através do seguinte link: http://wtrns.fr/jzT88fGJ2_jIhJ-
Programa Multidisciplinar em Artes é coproduzido pelo Centro Cultural Vila Flor e pela Asas de Palco - Escola de Artes Performativas
Box Project 2012
IMG_5910
O Centro Cultural Vila Flor e a Asas de Palco – Escola de Artes Performativas, em Guimarães, associam-se para coproduzirem mais uma edição do Box Project, um programa multidisciplinar em artes que reforça a aposta e a importância da formação em ambiente não formal em artes multidisciplinares.
O Box Project é um programa pensado para quem deseja iniciar formação na área das artes, aprofundar conhecimentos ou explorar outras áreas de trabalho artístico. Em 2012, o projeto alarga o seu caráter multidisciplinar e de formação integrada e passa a propor ao público, para além de um programa diversificado em artes, o acesso a uma exposição fotográfica e a um documentário. Esta exposição e documentário registaram um programa de formação e pesquisa descentralizado focado nas freguesias de Guimarães. Durante um mês desenvolveu-se formação artística na comunidade ao mesmo tempo que se investigava e recolhia material para a construção de um espetáculo de palco.
Daquele programa de formação resultaram também sete mostras públicas em formato de site specific que foram apresentadas em espaços públicos urbanos de Guimarães. O documentário e exposição registaram os vários passos deste processo, o que permite perceber como é que se constrói um projeto com esta tipologia, ao mesmo tempo que se apresentam discursos artísticos novos e alternativos sobre o mesmo objeto. O documentário e a exposição podem ser vistos no próximo dia 17 de julho, às 21h30, no São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães. A entrada é livre.
Os espaços de formação do Box Project, designados workboxes, irão realizar-se no Centro Cultural Vila Flor e na Asas de Palco, entre os dias 16 e 21 de julho, das 10h00 às 18h30. As workboxes dividem-se em diferentes áreas – bboying, composição e improvisação, fotografia de cena, flying low, improvisação, movimento contemporâneo, reportório contemporâneo, stencil, técnica de dança contemporânea e vídeo – que serão orientadas por formadores multifacetados e inovadores, com trabalho firmado nacional e internacionalmente. Joana Antunes, bailarina e coreógrafa vimaranense com vasta experiência em técnica clássica, técnica contemporânea e programas de iniciação à formação artística, assume a direção artística do projeto.
O Box Project dirige-se ao público a partir dos 6 anos de idade. As inscrições serão aceites até ao dia 09 de julho e poderão ser efetuadas na Asas de Palco – Escola de Artes Performativas (Assembleia de Guimarães, Rua Professor Egas Moniz, 4810-027 Guimarães) ou no website do Centro Cultural Vila Flor, www.ccvf.pt, através do preenchimento do formulário disponível online.

domingo, 17 de junho de 2012


Iris Henkenhaf-Stark expõe em Guimarães




No passado sábado foi inaugurada, na galeria G.40 do Hotel Mestre de Avis, na rua D. João, uma exposição multi-disciplinar da artista plástica, a residir na Alemanha, Iris Henkenhaf-Stark, sob o título “Chifres – a nossa origem celta”. A artista apresenta-nos uma série de trabalhos em vidro onde, para além dos chifres, podemos ainda observar alguns vitrais e pinturas, cuja apresentação esteve a cargo de Vasco Carneiro. Ficamos assim a saber da relação que os nossos antepassados celtas tinham com o chifre como meio comunicacional e os vitrais, que foram introduzidos pelos povos visigóticos, para embelezar e deixar passar a luz nas igrejas e catedrais por eles construídos.
Os convidados, maioritariamente constituídos por alemães que se deslocaram propositadamente da Alemanha para participar na inauguração, foram brindados com um concerto de música, de raiz celta, executado exemplarmente por Tiago Abreu, ao violino, e Carlos Fernandes, ao piano.
Em declarações ao Notícias de Guimarães a directora do hotel, Maria Rosa Roedër, referiu que esta primeira experiência foi positiva e é para repetir, mas que o seu objectivo é criar um intercâmbio entre artistas plásticos alemães e portugueses, ou seja, que os artistas portugueses vão à Alemanha expor os seus trabalhos e vice-versa. É uma aposta demasiado importante para ser ignorada pelos nossos artistas que poderão, desta forma, ter uma porta aberta para a internacionalização das suas obras.
A exposição pode ser vista até ao próximo dia 31 de Agosto.
“Programa à Descoberta”, de 02 a 27 de julho, para crianças dos 6 aos 10 anos
Verão especial no CCVF para pequenos descobridores
Este verão, e à semelhança dos últimos anos, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, preparou um conjunto de oficinas de artes e atividades lúdicas – intitulado “Programa à Descoberta” – criado com o intuito de proporcionar uma oferta qualificada para as férias das crianças e de promover o “usufruto dos tempos livres” em vez da “ocupação dos tempos livres”.
Cada semana tem um tema âncora, a partir do qual se desenvolvem, de forma lúdica e articulada entre si, oficinas de artes, debates filosóficos, sessões de cinema, visitas e outras atividades, numa perspetiva transversal do saber e do fazer. Os objetivos do Centro Cultural Vila Flor junto das crianças são abrir novas perspetivas sobre o mundo que as rodeia, desenvolver a sua criatividade e contribuir para a valorização da experiência de cada um no seio do trabalho em grupo. Esta edição do “Programa à Descoberta” decorre entre os dias 02 e 27 de julho, das 09h00 às 18h00. As atividades são dirigidas a crianças dos 6 aos 10 anos de idade e acontecem em dois momentos: “À Descoberta dos Limites” e “À Descoberta do Nada”.
“À Descoberta dos Limites” decorre de 02 a 06 e de 16 a 20 de julho. Este programa inclui temas e atividades que abrangem a filosofia, artes plásticas, astronomia, cinema, passeio pedestre, dança, cenografia, fotografia e uma sessão de cinema fora d’horas. “À Descoberta de Nada” acontece nos períodos de 09 a 13 e de 23 a 27 de julho. A gama de atividades contempla áreas como a escrita, filosofia, artes plásticas, voz, dança e som, e engloba também uma sessão de contos, uma visita orientada às exposições “Flatland Redux” e “Christian Boltanski” e um piquenique.
As crianças podem inscrever-se numa ou mais semanas. As inscrições devem ser efetuadas até uma semana antes do primeiro dia da semana pretendida, no Centro Cultural Vila Flor ou no site www.ccvf.pt através do preenchimento do formulário disponível online.
Oficinas para os mais crescidos
Os mais crescidos, entre os 11 e os 14 anos, poderão inscrever-se em duas oficinas, uma que liga o mundo do teatro de sombras e o mundo do som, e outra que explora a área da fotografia.
De 23 a 25 de julho, entre as 11h00 e as 17h30, realiza-se “A Sombra do Som”, uma oficina de teatro de sombras e sonoplastia, em formato intensivo, na qual os jovens poderão explorar a mecânica das sombras em cena, da construção à animação das formas, mas sempre pensando num pequeno espetáculo, em que luz, sombra e som constroem a ilusão teatral. A conceção e orientação desta oficina pertence a Raul Constante Pereira e João Martins.
A 26 e 27 de julho, no mesmo horário, os jovens poderão também participar na oficina de fotografia “A Sombra e o Sol”, concebida e orientada por Ana Joana Amorim e Joana Castelo. A luz intensa do Sol atua sobre as matérias e produz sombras, formas, linhas e superfícies – este é o princípio essencial da fotografia, o desenho com luz. Através de exercícios experimentais com sombras chinesas, com a câmara escura, o desenho de silhuetas, o fisionotraço e a fotossensibilidade, serão exploradas diferentes possibilidades utilizando o corpo e objetos inesperados para a criação de imagens.
As inscrições para ambas as oficinas poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou no site www.ccvf.pt através do preenchimento do formulário de inscrição disponível online.

No conhecido Largo da Tulha, no centro da cidade de Guimarães

‘Tasca’ promove comércio com música popular

Abriu portas há pouco mais de 15 dias, mas já pôs o conhecido Largo da Tulha a mexer. A Tasca Nicolino promoveu, na noite de 6 de Junho, quarta-feira, a sua primeira iniciativa cultural, de cultura tradicional portuguesa, com o objectivo de dar vida ao Largo e chamar mais pessoas para aquele espaço histórico e, sobretudo, para os estabelecimentos comerciais que nele existem.

E naquele centro, do centro histórico de Guimarães, há de tudo. Há lojas de artesanato, há uma padaria, há uma galeria de arte, há barbearias, há alfaiates, há tascos e outras lojas de comes e bebes. Na passada semana, na véspera do feriado do Corpo de Deus, esteve a animar aquele Largo o Projecto Enraizarte, de Chaves. Um grupo de bombos e gaitas de foles “tocou aqui fora e chamou muitos clientes para esta zona da cidade. Foi a Tasca que promoveu a festa, e assumiu as despesas da iniciativa, mas fê-lo em nome de todos os comerciantes da Tulha”, explicou ao NG António Machado, da Tasca Nicolino.

Esta acção de promoção do comércio tradicional com música popular portuguesa foi vista com bons olhos pelos outros lojistas.”Esta parte da cidade está muito esquecida. E Guimarães não é só Oliveira e Santiago. Temos de trazer pessoas para este Largo e esta cultura genuína de Portugal funcionou muito bem”, salientou Vera Fernandes, de uma loja de artesanato.

Nos próximos dias outras actividades vão acontecer naquele Largo, todas promovidas pela Tasca. Primeiro será a vez de um rancho folclórico animar o exterior do Largo. Depois, um grupo de teatro irá representar um momento teatral nos três pisos interiores da Tasca. Além disso, o mesmo estabelecimento comercial, onde se bebe vinho nas malgas e se come uns petiscos numas mesas com toalhas ao xadrez, está a promover um concurso de criação literária, intitulado “Um conto tonto”. As inscrições terão de ser efectuadas nas instalações da Tasca e os prémios são, no mínimo, originais. O primeiro classificado será premiado com um garrafão de vinho verde, o segundo com duas postas de bacalhau e o terceiro com um quartilho de vinho tinto.


segunda-feira, 11 de junho de 2012


AUTARCAS SOLIDARIOS OU SILENCIOSOS COM INTERESSES PRÓPRIOS!??



Estranho e lamento o silencio que vamos ouvindo na região de basto relativamente ao hipotético encerramento do tribunal de Mondim de Basto.

Em particular os autarcas eleitos e em especial os Presidentes de Camara, que ainda não lhes ouvimos nada que justamente demonstre a solidariedade de uma região para com um concelho como o nosso.

Ninguém perceberá, em particular nenhum Mondinense, o silencio do Dr.Joaquim Mota e Silva, Engº Barreto e Dr.Agostinho Pinto.

Lembro ao Dr.Joaquim Mota e Silva, que nós Mondinenses ajudamo-lo a lutar contra o encerramento do SAP de Celorico de Basto, aprovando uma moção de repúdio em sede de Camara e manifestando a solidariedade de bom vizinho, de forma pessoal e institucional.

Também  eu publicamente me manisfestei contra o encerramento do tribunal de Cabeceiras de basto, aquando da primeira lista de 47 elencados.

Este silencio liquidará por completo a coesão da região de Basto, que diga-se já vai funcionando mal que chegue, em que cada Concelho, através dos seus lideres autárquicos, vai defendendo  a sua pequena “leira” em detrimento da defesa do “campo” que é a região de Basto.

Houve uma réstia de esperança em 2009 com a mudança de pessoas nas lideranças, mas depressa se percebeu o engano, e essa esperança esfumou-se num ápice.

Ás populacões  em geral, quero dizer-lhes que o tribunal de Mondim é uma valência estritamente necessária, quer do ponto de vista da economia local, bem como do acesso justo e equitativo do cidadão á justiça.

O tribunal de Mondim tem 370 processos por ano e não 137 como diz esse estudo.

O tribunal de Mondim tem cerca de 35 a 40% de processos em que existe o apoio judicário, significando isso que se tratam de pessoas com baixos rendimentos e que inevitavelmente ficarão impedidos do acesso á justiça.

O tribunal de Mondim custa a cada Português menos de 2 CENTIMOS POR ANO, por incrivel que pareça.

O tribunal de Mondim tem uma importancia acrescida numa região ou num concelho, dos mais pobres (rendimento por pessoa) do País, num região com uma das taxas mais altas de emigração e desemprego do País.

O Tribunal de Mondim encerrando, implicará a deslocação dos Mondinenses para Chaves (ações executivas) e Vila Real ( Ações ordinárias,  familia e menores, causas coletivas), sem que haja uma rede de transportes públicos funcional e acessivel.

O tribunal de Mondim encerrará por ausencia de critérios (não se percebem), ou antes serão critérios politicos, quando a oportunidade de reformar o País e a justiça concretamente, deveriam premiar os objectives traçados de acesso facilitado á justiça por parte de todos os cidadãos independemente do seu extrato social.Os mais pobres ficam cada vez mais distantes da justiça, pelo menos em Mondim.

Caros concidadãos da região de basto, chegou a hora de mostrarmos que somos gente humilde, trabalhadora, empenhada, para ajudar o País neste momento dificil, mas não há nenhuma ordem que seja acatada se não for devidamente explicada.

Nós os Mondinenses contamos com a vossa solidariedade e a vossa voz, para invertemos  aquilo que será um efetivo prejuízo dos interesses dos cidadãos Mondinenses.



Vereador CDS-PP
Lúcio Machado