sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Meg Stuart apresenta “Violet”
no Centro Cultura Vila Flor



Sábado, 22 de Outubro, às 22h00
VIOLET
MEG STUART / DAMAGED GOODS
Grande Auditorio do Centro Cultural Vila Flor
Preço 10,00 eur | 7,50 eur c/desconto
Maiores de 12
No próximo sábado, 22 de Outubro, às 22h00, Meg Stuart apresenta “Violet” no Centro Cultural Vila Flor, e conta com o apoio de Guimarães 2012. O espectáculo intenso e com o cunho único da coreógrafa e bailarina norte-americana, tem o movimento como motor principal e explora a emergência física da condição humana. “Violet” procura desafiar os limites humanos através da ‘viagem’ de cinco bailarinos, numa construção energética de esculturas focadas no pormenor.
O espectáculo – que estreou a 7 de Julho na Alemanha –inclui ainda a participação do músico e compositor Brendan Dougherty, que acompanha, ao vivo, na electrónica e na percussão, o fluxo permanente de movimentos. “Violet” é um turbilhão abstracto e arrebatador, combina elementos coreográficos para despertar sentidos, e desenha-se através de uma paisagem mental, de acções e fenómenos imperceptíveis, mas sempre activos.
Meg Stuart regressará a Guimarães em 2012, no âmbito de uma residência artística que culminará num novo espectáculo integrado na programação da Capital Europeia da Cultura.
Os bilhetes encontram-se à venda no Centro Cultural Vila Flor, nas lojas Fnac e no site www.ccvf.pt onde é possível consultar toda a programação.

sábado, 15 de outubro de 2011


Comunicação

Na última Assembleia Municipal de 24 de Setembro, procedeu-se à avaliação do Relatório Semestral de acompanhamento do Plano de Saneamento Financeiro, tendo o Grupo Municipal do CDS- PP de Mondim de Basto apresentado as seguintes conclusões que expressam de forma clara que o relatório apresenta insuficiente informação, além de não atingir os objectivos pretendidos.

Tendo em conta que metodologicamente neste relatório se adoptou o sistema de comparação entre o 1.º Semestre do ano de 2010 e o 1.º Semestre de 2011, verifica-se que, relativamente aos custos com o pessoal, não obstante a reorganização e, subsequente tentativa de optimização dos recursos humanos, os custos com o pessoal aumentaram cerca de €.2000,00, mesmo com a redução de 1 dirigente e 6 assistentes operacionais.

No que respeita à aquisição de bens e serviços cumpre realçar a diminuição dos gastos com a electricidade, mas em contrapartida, no que respeita aos transportes, não obstante o aumento do preço dos combustíveis, a verdade é que, apesar de ter existido investimento na aquisição de vários equipamentos, os custos com os transportes diminuem apenas cerca de 10%, não se depreendendo, no entanto, do relatório, o que é englobado na rubrica de despesas com transportes.

Conclui-se, assim, que a informação prestada é manifestamente insuficiente e pouco transparente.
Torna-se evidente que, da comparação entre os gastos com os combustíveis e as despesas com transportes, resulta que a despesa total aumenta cerca de €.20.000,00 em relação ao 1.º semestre do ano anterior.

Quanto às despesas com comunicações, assiste-se a uma diminuição de cerca de €.15.000,00, embora o valor gasto com as comunicações nos pareça ainda manifestamente exagerado, podendo, claramente, vir a ser reduzido.
Constata-se ainda uma diminuição de cerca de 50% das despesas com seguros, sendo certo que, a diminuição de preços resulta do próprio mercado, que tem corrigido em baixa, não sendo possível comparar os riscos seguros.

Quanto aos encargos financeiros, resulta manifesta a insuficiência de informação, não nos sendo possível retirar com segurança conclusões acerca da diminuição ou aumento da dívida.
Podemos assim concluir que deste relatório não é possível apurar se a despesa global está ou não, efectivamente, controlada, o que impreterivelmente deveria estar a acontecer, atendendo ao momento que o país e município atravessam.
Quanto à receita, cumpre-nos assinalar o aumento da receita arrecadada com impostos directos, assistindo-se, no entanto, a uma queda muito substancial, de cerca de 50%, de taxas e multas, o que poderá compreender-se também pelo momento de crise, mas que sem dúvida agravará a situação do município.
Assiste-se ainda a um aumento da receita na venda de bens e serviços, que se deve sobretudo ao facto de o centro escolar reunir mais alunos e consequentemente ser maior a receita com a alimentação escolar.

No que respeita às restantes rubricas das receitas, assinala-se a escassez da informação nomeadamente no que respeita à relação custo/proveito no que se refere à água e saneamento, sendo de concluir que o município continua a não investir no aumento da cobertura na prestação destes serviços e a não vender a água a um preço que permita suportar os custos de tal abastecimento.
Em suma, ao contrário do que resulta do Relatório, os ajustamentos que foram feitos ao longo do 1.º Semestre de 2011 não são suficientes para suportar os encargos e como tal não atingiram os objectivos que seriam naturalmente a redução mais acentuada da despesa.

O grupo Municipal do CDS-PP de Mondim de Basto
COMUNICAÇÃO


O grupo Municipal do CDS- PP votou na Assembleia Municipal de 24 de Setembro contra a proposta da taxa do Imposto Municipal sobre imóveis apresentada pelo executivo camarário socialista, que passou os prédio urbanos avaliados e não avaliados da taxa 0.3 aprovada no último ano para a taxa máxima, no próximo ano, sem ter em atenção um aumento intercalar, que seria compreensível e mais ajustado ao momento e às dificuldades sentidas pela população e de quem investiu o seu pé de meia numa habitação própria.

Mais incompreensível se torna dado que este brutal aumento vem penalizar quem investe, logo é uma medida que afugenta e não propicia a que de futuro se atraia e promova investimento e património no desenvolvimento local. A isto, acresce-se todas as despesas inerentes à conservação dos imóveis da responsabilidade dos proprietários, que se agravam num momento em que a economia atravessa uma autêntica crise, alicerçada num desemprego crescente e notório no concelho, levando imensas famílias a emigrar.

Como exemplo, uma casa avaliada em 100 mil euros que pagava 300 euros de contribuição, nestes novos tempos pagará mais cem euros. A somar a estas medidas, a autarquia, em função do direito de participação no IRS, irá arrecadar 5% aos cidadãos com domicílio fiscal no concelho, podendo ter abdicado deste valor, penalizando quem está afogado em impostos e perdeu imenso poder de compra.
Tudo se torna mais inaceitável se recordarmos que o actual executivo socialista quando estava na oposição pensava precisamente o contrário, vendo no IMI uma forma de atrair e cativar pessoas para o Concelho. No poder, a solução passa por aumentar impostos, como solução milagreira: mudam-se os tempos e mudam-se as vontades.

A solução do endividamento da autarquia não pode assentar num pressuposto de querer subir todas as taxas à custa dos contribuintes, em vez de se mostrar capaz de traçar um plano de redução de despesas.
O que temos assistido é, antes pelo contrário, a um constante galopar de alterações orçamentais aos impulsos, com sucessivas correcções, devido ao facto de o orçamento municipal não ter rigor e coesão, antes revelando desnorte e incapacidade.


CDS-PP de Mondim de Basto
                                                            


Comunicado    
                                                                 
A Câmara Municipal de Mondim de Basto tem levado a cabo uma iniciativa denominada « Câmara de Proximidade » junto das várias freguesias do Concelho de Mondim de Basto.

Somos sempre apologistas de uma relação de proximidade e de um diálogo sério e verdadeiro com as populações, todavia após assistir a duas sessões julgávamos que esta iniciativa tinha na sua génese o reforço das relações entre o executivo camarário e os munícipes, através de uma análise crítica dos planos, compromissos e intenções políticas assumidas no programa eleitoral do Partido Socialista, bem como as orientações e concretizações que pretende levar a efeito durante o próximo ano e que não foram implementadas, nem materializadas até à data.

Foi com esta visão ou, melhor, falta dela que nos deparámos. No fundo, só ouvimos o apregoar das dificuldades orçamentais, dos desequilíbrios entre as receitas e despesas, da incapacidade de realizar investimentos, que estão como todos sabem, dependentes da barragem de Fridão.

Afinal, o que não ouvimos e deveríamos ter ouvido a meio do mandato, facto que não estranhamos, foram as incoerências políticas e de rumo e, acima de tudo, uma explicação clara para o desinvestimento nas freguesias, que as tornam despovoadas, envelhecidas, provocando um corte de relação inter-geracional, e que, em suma, as faz perder a sua identidade e raízes.

No contexto de crise, temos identificado um enfoque apurado e enorme preocupação do executivo em proclamar nas suas declarações junto da população que fala uma linguagem de verdade. Claro está, dependendo do local onde as informações são prestadas e, sobretudo da «cor» da freguesia, resultando daí que as culpas recaem sempre na situação financeira, como se a desgraça fosse eterna e permanente. Para acalmar os ânimos, lá surgem como subterfúgios uns projetos em estudo que irão ser desenvolvidos a seu tempo, só que não sabemos quando…daí que a linguagem de verdade do executivo é meramente temporal e circuntancial. Ainda assim, neste paradoxo de proximidade não foi capaz de dizer de forma clara, tal como o fez na Assembleia Municipal que o investimento nas freguesias seria nulo.

Por isso, aguardamos mais proximidade, mas, sobretudo, um trabalho eficiente e um rumo com norte, que não se restrinja em identificar problemas, mas sim em resolvê-los.



O grupo Municipal do CDS-PP de Mondim de Basto


Durante o mês de Outubro, cinco teatros recebem três espectáculos de criadores emergentes portugueses que marcaram a temporada nacional de 2010-2011. Com a apresentação deste ciclo, a rede de programação 5 Sentidos, que une o Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), o Teatro Municipal da Guarda, o Teatro Maria Matos (Lisboa), o Teatro Virgínia (Torres Novas) e o Teatro Viriato (Viseu), pretende valorizar o potencial de novos criadores e promover a sua digressão pelo país.
Nesta primeira edição, os espectáculos seleccionados são: “Dentro das Palavras” (01) de Rui Catalão, “Rosmersholm” (21) de Gonçalo Waddington e “Nothing’s ever yours to keep” (29) de Sofia Dinger.

Os bilhetes encontram-se à venda no Centro Cultural Vila Flor, nas lojas Fnac e no site www.ccvf.pt onde é possível consultar toda a programação.

Gonçalo Waddington estreia-se na encenação com uma das obras-primas do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen
“Rosmersholm”a 21 de Outubro no Centro Cultural Vila Flor


Sexta, 21 de Outubro, às 22h00
ROSMERSHOLM
GONÇALO WADDINGTON
Pequeno Auditorio do Centro Cultural Vila Flor
Preço 7,50 eur | 5,00 eur c/desconto

“Rosmersholm” é um dos três momentos teatrais que compõem o projecto Tri-Ciclo e trará Gonçalo Waddington ao Centro Cultural Vila Flor a 21 de Outubro. Escrita em 1886, “Rosmersholm” conta a história de Rebekka e Rosmer, que vivem numa mansão nos subúrbios de uma pequena cidade, envolta num desejo profundo e numa culpa silenciosa. Duas personagens com um desejo de individualidade e liberdade que colide com o seu ambiente circundante.
A acção decorre em Rosmersholm, velha casa senhorial nos arredores de uma pequena cidade junto a um fiorde, no Oeste da Noruega. Johannes Rosmer renunciou ao cargo de pároco após o suicídio da sua mulher, Beata. Mas os seus crescentes ideais liberais tornam-no objecto de suspeição entre os notáveis da comunidade que também desaprovam a presença, em sua casa, de uma mulher mais nova, Rebekka West, antiga companheira da sua falecida mulher. Enquanto a relação entre Rosmer e Rebekka se aprofunda e o isolamento do novo casal aumenta, mais as pressões morais da comunidade os precipitam, inexoravelmente, para o seu destino...
Rosmersholm” é considerada por muitos críticos a obra-prima de Henrik Ibsen, a par com “O Pato Selvagem”, escrita em 1884. Como é dito pelo próprio protagonista, Rosmer, o tema da peça é a mudança social e política em que as classes tradicionalmente dominadoras abandonam o direito de impor os seus ideais ao resto da sociedade. Mas aqui a acção é inteiramentepessoal, cabendo à conduta imoral, ou amoral, da heroína “livre-pensadora”,Rebekka, “minar” as crenças políticas e religiosas de Rosmer, homem de grande influência na comunidade. Rebekka não só abandonou o Cristianismo, como também, ao contrário de Rosmer, todo o sistema ético Cristão. Rebekka será, possivelmente, a resposta de Ibsen à questão que o atormentava: saber se a ética Cristã poderá ou não sobreviver à morte da própria religião Cristã.
No próximo dia 21 de Outubro, às 22h00, oPequeno Auditório do CCVF será o palco deste espectáculo.



Tri-Ciclo encerra com Sofia Dinger no Centro Cultural Vila Flor
Sábado, 29 de Outubro, às 22h00
NOTHING’S EVER YOURS TO KEEP
SOFIA DINGER
Pequeno Auditorio do Centro Cultural Vila Flor
Preço 7,50 eur | 5,00 eur c/desconto
A 29 de Outubro, “Nothing’s Ever Yours To Keep” é a peça que fecha a primeira edição da iniciativa Tri-Ciclo no CCVF. Concebido e interpretado por Sofia Dinger, este é um espectáculo que ensaia uma despedida entre pai e filha, e que tem como ponto de partida a música “Daddy’s never coming back”, de Tom Waits.
Em “Nothing’s Ever Yours to Keep”,Sofia Dinger confessa pequenos e grandes desvios na sua vida, expondo a comicidade perversa de tudo isso. A mesma mulher ensina ao seu pai como cantar uma canção de despedida, evocando memórias perdidas que ele não pode reaver. No fundo, é sempre sobre a perda e, mais ainda, sobre a morte.

No próximo dia 29 de Outubro, às 22h00, o Pequeno Auditório do CCVF será o palco deste espectáculo.
Bonnie 'Prince' Billy em Guimarães para apresentar o novo álbum




Domingo, 23 de Outubro, às 22h00
BONNIE ‘PRINCE’ BILLY
Grande Auditorio do Centro Cultural Vila Flor
Preço 10,00 euros

De Kentucky para Guimarães, o multifacetado e inspirador Will Oldham revisita Portugal para apresentar o novo álbum “Wolfroy Goes to Town”. Num concerto a acontecer no Centro Cultural Vila Flor, a 23 de Outubro, Bonnie protagoniza mais um momento certamente surpreendente, em que dará a conhecer, acompanhado por um grande grupo de músicos e amigos que se estreia em Portugal, o seu mais recente projecto lançado no início deste mês.
Will Oldham, mais conhecido pelo nome artístico de Bonnie 'Prince' Billy, é um cantor, compositor e actor Norte-Americano. Oldham caracteriza-se pelo seu princípio do-it-yourself punk aesthetic and blunt honesty”e pelos seus ímpares e invulgares concertos, onde o inesperado está sempre presente.